Não há no mundo quem se case já imaginando o dia de assinar a papelada do divórcio. Assim como poderia parecer estranho fazer planos para os próximos 20 anos incluindo uma doença grave no percurso. Do mesmo modo, ninguém abre uma empresa pensando no dia da falência. Tudo isso parece bem óbvio e até soa positivo, afinal, que mal há em ser otimista? Não enxergar o tamanho do poço, esse é o grande risco.

São Paulo – No clima de que “é preciso ter opinião para tudo nas redes sociais”, um pequeno negócio pode se sentir tentado a se posicionar sobre temas polêmicos, que vão desde igualdade de gênero até questões políticos, como ser a favor ou não de um impeachment.

Consultores ouvidor por EXAME.com concordam que tomar partido é sempre uma escolha, e não dever, de uma empresa. Portanto, deve ser algo que realmente faça sentido para o negócio. Mas, em geral, alertam, o risco não compensa.

Excesso de trabalho em equipe exaure funcionários e mina a produtividade. Saiba como evitar.

O consumidor hoje busca intimidade, propósito e informação: essa é a chave para o êxito nesse novo ambiente de negócios

Uma pesquisa da Deloitte divulgada no início deste ano, mostrou que o design organizacional é a principal preocupação dos executivos em relação à gestão de pessoas no mundo todo, sendo citada por 92% dos entrevistados como uma tendência “importante” ou “muito importante”. No Brasil, 94% dos entrevistados citaram essa tendência como prioridade – ficando atrás apenas da China (97%), da Bélgica (96%) e do Japão (95%).

As empresas brasileiras, que atravessaram a via-crúcis da recessão, começam a se convencer de que o pior ficou para trás e de que o País está reencontrando o crescimento. Aquelas que souberam defender com unhas e dentes seus negócios, agora estão bem posicionadas para contra-atacar. Saiba como algumas delas adotaram a “estratégia pitbull” para sair na frente

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