Em “The Founder”, um game gratuito, o usuário cria e expande uma empresa capaz de mudar o mundo e encara desafios como manter uma equipe e escolher investimentos pelo caminho

Abrir um negócio é uma das atividades mais arriscadas em qualquer lugar do mundo. Apenas 60% dos novos negócios chegam ao seu quinto ano de atividade. No mundo das startups de tecnologia, quase 90% sequer completa um ano de existência. Mesmo pequena, sua taxa de sucesso como empreendedor pode ser muito melhor se comparada a sua chance de ser demitido algum dia. 

Segundo professora da IESE Business School, erros técnicos podem fazer muito bem à carreira — desde que você saiba o que fazer com eles

Diante da atual recessão econômica, que vêm acabando com diversas empresas e empregos, fechando inúmeras companhias, destruindo inúmeras possibilidades de negócios, e inviabilizando o progresso no país, empresários e funcionários estão de mãos atadas, sem saber o que fazer, em suas tentativas de buscar uma saída para a estagnação que saturou a nação, e comprometeu todas as probabilidades de uma retomada da normalidade.

Não há no mundo quem se case já imaginando o dia de assinar a papelada do divórcio. Assim como poderia parecer estranho fazer planos para os próximos 20 anos incluindo uma doença grave no percurso. Do mesmo modo, ninguém abre uma empresa pensando no dia da falência. Tudo isso parece bem óbvio e até soa positivo, afinal, que mal há em ser otimista? Não enxergar o tamanho do poço, esse é o grande risco.

São Paulo – No clima de que “é preciso ter opinião para tudo nas redes sociais”, um pequeno negócio pode se sentir tentado a se posicionar sobre temas polêmicos, que vão desde igualdade de gênero até questões políticos, como ser a favor ou não de um impeachment.

Consultores ouvidor por EXAME.com concordam que tomar partido é sempre uma escolha, e não dever, de uma empresa. Portanto, deve ser algo que realmente faça sentido para o negócio. Mas, em geral, alertam, o risco não compensa.

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