SÃO PAULO  - A possibilidade de trabalhar remotamente já existe em grande parte das empresas, mas em muitos casos os profissionais ainda se preocupam que a distância poderá prejudicar sua imagem junto aos colegas, e reclamam que a companhia não comunica suas políticas de “home office” com clareza.

Subi Rangan, professor de estratégia e gestão da europeia Insead, uma das melhores escolas de negócios do mundo, é um estudioso da forma como as empresas devem integrar a performance ao progresso. Para ele, "progresso é reduzir ou acabar com a lacuna existente entre o que o mundo é e o que o mundo deveria ser".

Em tempos de avalanche de escândalos de corrupção de um lado e de movimentos e legislação anticorrupção de outro, a palavra compliance tem ganhado cada vez mais visibilidade no país, notadamente dentro das instituições públicas e privadas que buscam manter uma boa imagem e reputação inquestionável perante seus funcionários, stakeholders e potenciais parceiros de negócios. A explicação para o crescente investimento das empresas em programas efetivos de compliance é simples, e pode ser resumida em três palavras: confiança, credibilidade e diferencial.

Está na hora de começar a reconhecer as sextas-feiras pelo que elas realmente são: 20% a menos de trabalho na semana. A obrigação daqueles que têm seu próprio negócio é assegurar que seus funcionários tenham o mesmo nível de rendimento nas tardes de sexta-feira do que nas manhãs de segunda.

Flexibilidade para os funcionários, redução de custos para a empresa, facilidades na hora de realizar uma atividade — e consequente aumento de produtividade. Estes são alguns dos motivos que têm levado diversas empresas a adotarem a prática de home office.

Entrevistas de emprego são situações difíceis, não só para os candidatos, mas também para o empreendedor. Como é possível julgar a personalidade de alguém, suas habilidades e deficiências em apenas alguns minutos?

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