O mundo do trabalho já não admite apresentações amadoras. Confira alguns deslizes que você não tem mais desculpa para cometer

Em uma empresa de impacto, as pessoas não são parte da operação, mas sim da estratégia. 

 

Todos já sabemos que existe um grande número de funções humanas sendo substituídas pela tecnologia. Muito se avançou em capacidade e velocidade de processamento de dados complexos e processos mecânicos nos últimos anos.

Praticamente todas as empresas inovam. Mas poucas inovam de forma ordenada e confiável. Na maioria das organizações, os grandes avanços acontecem independentemente da empresa. Inovações bem-sucedidas geralmente se desenvolvem por caminhos invisíveis e requerem atos individuais de heroísmo ou uma forte dose de sorte fortuita.

Seja um feedback, uma reunião de Conselho ou mesmo um debate entre os sócios, saber encarar conversas difíceis é pré-requisito de qualquer empreendedor. Descubra como lidar com essas situações.

Ao final de uma reunião, a maioria dos líderes sabe que deve recapitular os próximos passos e determinar quem é o responsável por cada um deles. Como prescrito nos modelos de responsabilidade comumente usados — como RACI e RAPID, entre outros — a responsabilidade deve ser atribuída a uma (e apenas uma) pessoa por item, mesmo que o trabalho precise de informações e contribuições de outras pessoas. Infelizmente, ao longo dos anos que passamos aconselhando organizações, descobrimos que a palavra “responsável” pode significar coisas diferentes para pessoas diferentes.

SÃO PAULO  - Sentir tédio no emprego não é uma consequência apenas de um trabalho monótono. De acordo com um estudo finlandês com profissionais de escritório, essa sensação pode surgir mesmo em meio a uma rotina agitada, quando o trabalhador não encontrar significado nas atividades realizadas.

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