A especialista americana Robin Chase ensina a lucrar com negócios baseados no compartilhamento. Uma das maiores especialistas do mundo em shared economy – economia compartilhada ou colaborativa -, a americana Robin Chase esteve no Brasil para uma palestra na HSM ExpoManagement. Depois do encontro, que teve como tema “Indo Além da Web 2.0: consumo, infraestrutura e financiamento colaborativos”, a expert – fundadora das empresas ZipCar, GoLoco e Veniam Works, e autora do livro Economia Compartilhada - falou à revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios. Segundo ela, a economia compartilhada tem o poder de “criar abundância em um mundo marcado pela escassez.” Veja a seguir as dicas para faturar com a tendência.

Robin Chase é especializada em economia colaborativa (Foto: Divulgação)

Jim McKelvey, fundador da Square, diz o que aprendeu na prática ao abrir cinco empresas.

Mais conhecido pela Square, startup de meios de pagamento móveis que ele fundou junto com Jack Dorsey, do Twitter. A empresa é hoje avaliada em mais de US$ 5 bilhões. Mas essa não foi sua única iniciativa empreendedora. Ele também começou outras cinco empresas, tendo sucesso em quatro delas. Além de tudo disso, McKelvey é um apaixonado pela arte de fazer vidro soprado - algo que não é lá muito simples.
Jim McKelvey (Foto: @_openspace)

Escritor conta histórias de como pessoas que não tinham muito a seu favor conseguiram se sair muito bem nos negócios. O escritor Malcom Gladwell publicou cinco livros e já vendeu mais de 20 milhões de cópias. Em um deles, Davi e Golias, Gladwell dá uma nova perspectiva para aquilo que costumamos classificar comodesvantagens e obstáculos e mostra que muitas coisas podem ser criadas a partir da adversidade. Em sua passagem por São Paulo para participar doHSM Expomanagement -- “sempre é bom visitar cidades onde o trânsito é pior do que na minha”, disse referindo-se a Nova York -- ele falou sobrequatro casos para mostrar que os azarões podem estar em grande vantagem quando o assunto é negócios e empreendedorismo.

Malcolm Gladwell (Foto: @_openspace)

Há máximas que são comuns, mas que podem prejudicar sua maneira de pensar (e sua carreira). Se uma frase se torna muito comum e acaba sendo repetida porque todos a aceitam como verdadeira, chega um momento em que dificilmente as pessoas discutem seu real significado. Conselhos como “Siga sempre o seu coração” e “O que os olhos não veem, o coração não sente” nem sempre estão corretos. Pior: uma frase usada na hora errada pode ser muito prejudicial ao seu negócio.

smart-people

Alexander Kjerulf, fundador do Woohoo e reconhecido como um “especialista em felicidade no trabalho” – com atuação em empresas como Microsoft, LEGO, IKEA –, afirma que as pessoas deveriam esquecer determinadas frases em um artigo da Inc.

Comunicação é inevitavelmente algo que nunca teremos o suficiente e você nunca fará o suficiente. Uma regra básica é que você tem que comunicar algo pelo menos dez vezes para que para que todos compreendam um vez.

Quem tem crianças, quantas vezes você tem que falar para suas crianças para limparem o quarto? Até que fique limpo. Pelo menos dez vezes. Mas identificamos quatro aspectos em comunicação que crítico para o sucesso.

David-Ulrich

"Nada é permanente, salvo a mudança." (Heráclito de Éfeso, filósofo pré-socrático, 535 a 475 a.C.)

Grandes empresas tendem a transformar uma experiência bem sucedida em um padrão funcional em tempo integral, como uma linha de montagem. As pequenas empresas também. Organizações humanas tendem a buscar o controle total sobre seus processos, mesmo os mais criativos. Antes que vocês pensem que estou falando mal das empresas, todos nós tendemos absorver os eventos transformadores em rotinas mentais sujeitas ao nosso controle.

As empresas precisam de processos que possam ser aprovados e replicados, mesmo sabendo que alguns deles serão apenas muletas para justificar possíveis futuros fracassos (como deu errado, se eu segui todos os procedimentos?).Estamos envolvidos por um gigantesco impasse da economia mundial tentando buscar justificativas no passado, presos aos modelos tradicionais.

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