O que um dos maiores grupos de entretenimento do mundo, com uma equipe de mais de quatro mil artistas, pode te ensinar sobre criatividade no trabalho e nos negócios. Daniel Lamarre, presidente do Cirque du Soleil, acredita que muitas empresas seriam mais bem-sucedidas se dessem voz à criatividade de seus funcionários. Segundo o presidente da famosa trupe de circo canadense — hoje um negócio multimilionário presente em mais de quarenta países — uma pesquisa recente mostrou que somente 25% dos funcionários de empresas norte-americanas se sentem estimulados a ser criativos. Em outras palavras, três quartos de toda empresa acham que sua criatividade não é necessária ou valorizada.

Walter Robb, CEO da Whole Foods, acredita que, nos próximos anos, os clientes exigirão uma mudança na maneira como os negócios são administrados.

Atuando na linha de frente da Whole Foods, rede varejista americana com foco em alimentos saudáveis e orgânicos, Walter Robb garante que atuar além dos lucros não é um luxo e sim uma prioridade que as empresas precisam ter nos próximos anos. Para o co-CEO, não dá mais para fugir do chamado “capitalismo consciente”. "O CEO da Univeler disse outro dia que nosso capitalismo já alcançou sua data de validade. Nossos clientes, nos próximos dez anos, serão aqueles que exigirão uma mudança na maneira como trabalhamos e tocamos nosso negócio"

Walter Robb, co-ceo da Whole Foods (Foto: @_openspace_)

Christensen é professor de Harvard e já escreveu diversos livros sobre inovação. Curiosamente o primeiro que li especificamente sobre o tema, no início dos anos 2000 foi justamente dele. De lá para cá acompanho de perto suas ideias e utilizo muitos conceitos criados por ele no meu trabalho como consultor e professor.

No mundo corporativo muitas vezes as teorias são vistas com certo preconceito mas é preciso ter em perspectiva que muitas vezes uma boa teoria de gestão pode explicar ou resolver os problemas que vivemos nas organizações. Vejamos o que Christensen trouxe na sua palestra.

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O empresário diz que já viu crises econômicas muito piores: 'Vocês conhecem alguma crise que não acabou?

Como empresário, Abilio Diniz não ignora a crise. "Eu sinto que tem muita gente sofrendo nesse momento, gente angustiada e preocupada não só com o dia de hoje, mas com aquilo que vem pela frente", diz. Nem por isso ele se mostramuito preocupado. O empresário, um dos mais conhecidos do país, diz que já passou momentos mais difíceis na sua vida, lembrando a crise da década de 1980.

Agora, ele diz que a há uma crise mais política que econômica. "O Brasil tem pessoas capazes de assumir posição de liderança e de encontrar no momento certo a solução para os nossos problemas", afirmou durante o evento HSM Expomanagement, realizado em São Paulo. Abilio acredita que o país é muito maior do que suas dificuldades momentâneas e do que seus governantes. "Vocês conhecem alguma crise que não acabou? Como dizia minha mãe, não há bem que sempre dure, nem mal que nunca acabe."

Abilio Diniz (Foto: @_openspace)

Durante décadas e décadas, as vendas continuaram iguais. Se surgiam mudanças, elas eram triviais, quando ocorriam, isso acontecia ao longo de um extenso período de tempo. As pessoas passavam toda a sua vida profissional vendendo, geralmente para a mesma empresa, e ao se aposentar, muitos ainda continuavam fazendo o que faziam quando começaram.

 

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Como começar a transformação?

  • Avalie objetivamente suas equipes e pessoal de vendas.
  • Invista no treinamento daqueles que querem melhorar e chegar ao nível seguinte.
  • Elabore indicadores-chave de desempenho para medir as práticas corretas e fazer com que as equipes as executem.

O psicólogo Daniel Goleman diz que precisamos administrar nossa atenção para melhorar nosso desempenho profissional - e também de empresas. O autor do best-seller Inteligência Emocional afirma que o estresse é o inimigo do foco. Por estresse, entenda-se tensões no ambiente corporativo e uma quantidade enorme de informações que nos bombardeiam diariamente. E vale dizer: estamos perdendo dinheiro por falta de foco. “Precisamos ser administradores da nossa atenção, não vítimas da nossa inatenção”, diz Goleman.

Daniel Goleman (Foto: @_openspace)

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