Nem o seu DNA estará seguro. De acordo com Marc Goodman, ex-futurista do FBI, será possível criar armas químicas que atingem somente pessoas específicas.

Entusiasta do avanço científico, Goodman, que era policial de rua em Los Angeles no começo da carreira, vê a tecnologia como uma faca de dois gumes. Ele acredita que com a popularização de ferramentas de biohacking, criminosos poderão criar drogas que podem matar líderes mundiais em instantes.

"Com o sequenciamento do DNA, a engenharia genética se torna tão simples quanto a de software", segundo o futurista.

Imagem do DNA

Há quase quatro décadas, a psicóloga de Harvard, Ellen Langer, estuda como a atenção no que está acontecendo no presente pode mudar os profissionais. Ela é considerada a“mãe do mindfulness”. Os estudos da professora apontam que, quando não estamos observando e sentindo cuidadosamente, é como se não estivéssemos presentes nas situações que vivemos. "A consequência é que sempre perdemos oportunidades", afirmou.

O psicóloga Ellen Langer em palestra nesta quarta-feira (11/11) em São Paulo (Foto: @_openspace_)

O economista comportamental Dan Ariely defende que o ambiente e os pequenos detalhes têm uma grande peso na hora de fazermos escolhas.

Na Europa, o número de cidadãos que se declaram doadores de órgãos pode variar drásticamente de país para país. Na Bélgica, 98% da população é doadora, enquanto na vizinha Holanda apenas 28% das pessoas estão dispostas a doar — apesar de campanhas de conscientização do governo. Onde está a resposta para tal contraste? Onde você menos imaginaria: no formulário que a população tem de responder. Na ficha de belgas, franceses e poloneses, as pessoas marcam um "X" caso não queiram doar. Na de holandeses, britânicos e dinamarqueses, é o contrário - eles marcam caso queiram. A chave não está em quem é mais altruísta, mas no simples fato de fazer uma ação - neste caso, marcar o simples "X".

Acredite ou não, a mesma lógica se aplica a muitos cenários na vida. É o que defende o economista comportamental Dan Ariely, autor dos best-sellers "Previsivelmente Irracional" e "Positivamente Irracional". Professor emérito da Duke University, ele é especialista em explicar como as pessoas agem em diferentes ambientes e o que há por trás de suas decisões. Para o estudioso, a arquitetura da escolha na história dos formulários estava sob o controle de quem fez as fichas, não das pessoas. "Mas não tem a ver só com formularios. E temos uma intuição muito fraca em relação a isso", afirma Ariely.

O economista Dan Ariely em palestra nesta quarta-feira (11/11) em São Paulo (Foto: @_openspace_)

Porque empresas tão extraordinárias como a Kodak deixaram de existir e perderam a liderança?

Segundo Rivadávia, mesmo as empresas fazendo tudo certo e tendo uma boa performance, a medida que as empresas ficam maduras e bem sucedidas, se tornam terreno infértil para inovação. O professor aponta ainda 3 fatores que dificultam a inovação nessas empresas:

  • Processos estruturados;
  • Forma de alocação de recursos pré-estabelecidas; e
  • Valores pré-determinados

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Prêmio Nobel de Economia de 2008 e pesquisador da Universidade de Princeton acredita que reação do mundo e dos próprios brasileiros à situação econômica do país é um exagero. 

Paul Krugman se diz um cara pessimista. Mas, ao falar sobre o Brasil, surpreende qualquer um que esteja em pânico com a crise brasileira atual. Para o Nobel de Economia de 2008 e pesquisador da Universidade de Princeton, ela não é tão preocupante quanto você está pensando. “A situação é grave, mas temporária. Ela não reflete problemas econômicos fundamentais, como já ocorreu em momentos anteriores da história do país. O clima no Brasil deveria ser de otimismo”, diz o economista.

Segundo Yves Morieux, sócio da BCG, "A vantagem competitiva de hoje está em saber gerenciar a nova complexidade dos negócios sem se tornar uma empresa complicada". “Com a cooperação, você consegue fazer o todo valer mais do que a somatória das partes”, resume o francês Yves Morieux, um dos maiores entusiastas de empresas mais simples e equipes mais integradas.

Na tradicional consultoria BCG (Boston Consulting Group), Yves lidera uma equipe que se dedica integralmente a estudar a evolução da produtividade nas empresas. A conclusão de suas pesquisas, no entanto, não é das mais animadoras: ao longo dos últimos anos, a produtividade dos trabalhadores vem caindo ou está praticamente estagnada na maioria dos países — apesar do desenvolvimento técnológico, remuneração variável e diversos outros artifícios do mundo corporativo moderno.

Nas maiores economias europeias, a produtividade costumava crescer 5% ao ano na década de 1950, 1960 e começo dos anos 1970. De 1973 a 1983: 3% ao ano. De 1983 a 1995: 2% ao ano. Desde 1995: menos de 1% ao ano. Mesmo na Alemanha, uma das economias mais resilientes do globo, os número não são animadores: 0.8% a partir dos anos 1990. Para o pesquisador, esse é um grande problema, já que o aumento da produtividade está intimamente ligado ao desenvolvimento da economia e aumento de padrão de vida das pessoas.

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