Pesquisa divulgada em outubro do ano passado pela Federação do Comércio do Estado do Ceará (Fecomercio) revelou que o nível de endividamento dos fortalezenses tinha aumentado nos últimos 13 meses. E, dentro desse estudo, um dado importante é que um dos critérios que levou os consumidores para estar com dívidas atrasadas é justamente o desequilíbrio financeiro.

Tenho certeza quase absoluta que você começou a ler este artigo, atraído pelas facilidades que o menos pode lhe trazer e que na sua lista de “investir menos" consta palavras como dinheiro, tempo, saúde, paciência e por aí vai. Poderia arriscar dizer que você até aceitaria ganhar o mesmo se fosse para investir menos os que falamos há pouco. Isso tudo porque a maioria de nós tem um paradigma estabelecido que precisamos nos esforçar muito para obter o que queremos. Tudo bem que o sucesso vem antes que o trabalho só no dicionário e concordo com o Dr. Abílio Diniz quando dizia que alguns sonham com o sucesso. Nós acordamos cedo e trabalhamos duro para consegui-lo. Mas tenho uma notícia ruim para te dar: Na verdade ninguém está nem aí com a quantidade de esforço que você faz para ganhar o que você merece.

É verdade sim. Pergunte aos seus concorrentes, seus fornecedores, seus substitutos, seus clientes e os novos entrantes que estão chegando para dividir o seu mercado, se eles têm consideração pelo esforço que você faz para manter o que você conquistou. Pergunte aos seus familiares, pelo menos aos que convivem diretamente com você, se eles consideram sua falta de tempo, de paciência, de saúde para ganhar tudo o que você tem e prepare-se para ouvir algumas críticas dolorosas. Antes que você queira me convidar para tomar alguma coisa e desabafar seus esforços incompreendidos, devo lhe dizer que eles estão certos. Isso porque eles estão muito mais preocupados do que você com a parte mais importante de todo o processo que é o RESULTADO desta conta.

Pela característica do nosso negócio o que nós mais fazemos é conversar com pessoas, notadamente pessoas que exercem as principais posições de gestão nas empresas.

Os relatos destas pessoas revelam que os negócios foram muito complicados em 2015 e continuarão complicados em 2016.

Os investimentos foram contingenciados. Foram feitos todos os cortes possíveis nas despesas. Várias demissões acabarem se tornando inevitáveis.

Tem sido difícil expandir o volume de vendas porque o consumo como um todo caiu. A recessão é visível.

Entretanto, reduzir indefinidamente os custos significará colocar em risco a continuidade dos negócios.

Uma das poucas alternativas que restam, talvez a melhor, é conseguir elevar significativamente a produtividade.

Provavelmente, essa é a pergunta mais complexa de um processo psicoterapêutico, de coaching ou de mentoring. Afinal, é uma pergunta que coloca você numa situação desconfortável na frente de um especialista comportamental. Não é mesmo?

Todo mundo quer ser feliz, sentir-se bem. Todo mundo quer viver uma vida despreocupada, alegre e sem problemas. Se apaixonar, fazer sexo e ter relacionamentos maravilhosos. Ter dinheiro, ser respeitado e admirado por um grupo social. Para todos, isso é sinônimo de sucesso. Maslow está certo.

Se eu lhe perguntar: "O que você quer da vida?" E você responde: "Eu quero ser feliz e ter uma bela família e um trabalho que eu goste”. É uma frase tão onipresente, ubíqua, que por si só não tem significado algum. É vazia, sonhadora.

A questão mais interessante e que talvez não tenha passado pela sua cabeça agora é: “O quanto de dor você está disposto a suportar em sua vida?” “Quanto de resistência e potência quer colocar na sua mente e no seu corpo para alcançar o que deseja?” Estas parecem ser as perguntas certas e determinantes para você começar o processo de mudança pessoal. Concorda? Creio que sim. Claro! Parece óbvio.

Todo mundo quer ter um trabalho incrível e que proporcione independência financeira. Mas nem todo mundo quer sofrer com 60 horas semanais de trabalho, longos trajetos de casa para o trabalho, de trabalhar com chefes rudes, fazer trabalho maçante e estar dentro de uma cultura empresarial tóxica para a sua saúde mental. Se pudessem escolher, as pessoas prefeririam ser empreendedoras; mas sem correr riscos, sem o sacrifício e com o retorno imediato de seus esforços para acumular riqueza. Assim é fácil e eu também quero.

Todos nós queremos ter relacionamentos harmoniosos, saudáveis e afetivos, mas nem todos estão dispostos a ter conversas difíceis, viver situações conflituosas, passar por silêncios constrangedores, sentimentos de mágoa e do psicodrama emocional até chegar à seara dos bons relacionamentos – autênticos e confiáveis. É uma travessia que requer coragem, resiliência e determinação.

Nos últimos anos houve uma proliferação do desenvolvimento de ferramentas de gestão para diferentes aplicações. A ideia dessas ferramentas é traduzir conceitos teóricos em modelos que possam ser utilizados de forma objetiva por empreendedores e gestores.

Diagramas, gráficos, matrizes, esquemas passo a passo e modelos auxiliam na concepção e implementação de boas práticas. Recentemente venho percebendo uma proliferação de um tipo específico de ferramental aplicado a gestão: os chamados Canvas.

Um Canvas é um mapa visual que apresenta uma estrutura fixa a ser preenchida visando planejamento, reflexão ou mesmo facilitar a visualização de alguma situação específica. Entre as vantagens de utilizar os Canvas está na velocidade de construção / preenchimento, facilidades de comunicação que ele traz, além de garantir que haja uma relação entre o preenchimento dos blocos que os compõem já que estão na mesma página lado a lado.

Abaixo apresento alguns dos principais Canvas relacionados com inovação que estão sendo largamente utilizados por empreendedores e executivos atualmente:

Por que algumas pessoas se sentem tão infelizes e descomprometidas com o ambiente de trabalho?

Yves Morieux afirma que o motivo é a complexidade dos negócios, cada vez maior e mais estonteante. Além disso, os pilares tradicionais da gestão estão obsoletos. Com isso, ele afirma que cabe aos funcionários se desdobrarem para dar conta das interdependências.

Veja uma palestra curtinha e super dinâmica onde Morieux apresenta as seis regras da "simplicidade inteligente". Vídeo com legendas:
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