Pela característica do nosso negócio o que nós mais fazemos é conversar com pessoas, notadamente pessoas que exercem as principais posições de gestão nas empresas.

Os relatos destas pessoas revelam que os negócios foram muito complicados em 2015 e continuarão complicados em 2016.

Os investimentos foram contingenciados. Foram feitos todos os cortes possíveis nas despesas. Várias demissões acabarem se tornando inevitáveis.

Tem sido difícil expandir o volume de vendas porque o consumo como um todo caiu. A recessão é visível.

Entretanto, reduzir indefinidamente os custos significará colocar em risco a continuidade dos negócios.

Uma das poucas alternativas que restam, talvez a melhor, é conseguir elevar significativamente a produtividade.

Provavelmente, essa é a pergunta mais complexa de um processo psicoterapêutico, de coaching ou de mentoring. Afinal, é uma pergunta que coloca você numa situação desconfortável na frente de um especialista comportamental. Não é mesmo?

Todo mundo quer ser feliz, sentir-se bem. Todo mundo quer viver uma vida despreocupada, alegre e sem problemas. Se apaixonar, fazer sexo e ter relacionamentos maravilhosos. Ter dinheiro, ser respeitado e admirado por um grupo social. Para todos, isso é sinônimo de sucesso. Maslow está certo.

Se eu lhe perguntar: "O que você quer da vida?" E você responde: "Eu quero ser feliz e ter uma bela família e um trabalho que eu goste”. É uma frase tão onipresente, ubíqua, que por si só não tem significado algum. É vazia, sonhadora.

A questão mais interessante e que talvez não tenha passado pela sua cabeça agora é: “O quanto de dor você está disposto a suportar em sua vida?” “Quanto de resistência e potência quer colocar na sua mente e no seu corpo para alcançar o que deseja?” Estas parecem ser as perguntas certas e determinantes para você começar o processo de mudança pessoal. Concorda? Creio que sim. Claro! Parece óbvio.

Todo mundo quer ter um trabalho incrível e que proporcione independência financeira. Mas nem todo mundo quer sofrer com 60 horas semanais de trabalho, longos trajetos de casa para o trabalho, de trabalhar com chefes rudes, fazer trabalho maçante e estar dentro de uma cultura empresarial tóxica para a sua saúde mental. Se pudessem escolher, as pessoas prefeririam ser empreendedoras; mas sem correr riscos, sem o sacrifício e com o retorno imediato de seus esforços para acumular riqueza. Assim é fácil e eu também quero.

Todos nós queremos ter relacionamentos harmoniosos, saudáveis e afetivos, mas nem todos estão dispostos a ter conversas difíceis, viver situações conflituosas, passar por silêncios constrangedores, sentimentos de mágoa e do psicodrama emocional até chegar à seara dos bons relacionamentos – autênticos e confiáveis. É uma travessia que requer coragem, resiliência e determinação.

Nos últimos anos houve uma proliferação do desenvolvimento de ferramentas de gestão para diferentes aplicações. A ideia dessas ferramentas é traduzir conceitos teóricos em modelos que possam ser utilizados de forma objetiva por empreendedores e gestores.

Diagramas, gráficos, matrizes, esquemas passo a passo e modelos auxiliam na concepção e implementação de boas práticas. Recentemente venho percebendo uma proliferação de um tipo específico de ferramental aplicado a gestão: os chamados Canvas.

Um Canvas é um mapa visual que apresenta uma estrutura fixa a ser preenchida visando planejamento, reflexão ou mesmo facilitar a visualização de alguma situação específica. Entre as vantagens de utilizar os Canvas está na velocidade de construção / preenchimento, facilidades de comunicação que ele traz, além de garantir que haja uma relação entre o preenchimento dos blocos que os compõem já que estão na mesma página lado a lado.

Abaixo apresento alguns dos principais Canvas relacionados com inovação que estão sendo largamente utilizados por empreendedores e executivos atualmente:

Por que algumas pessoas se sentem tão infelizes e descomprometidas com o ambiente de trabalho?

Yves Morieux afirma que o motivo é a complexidade dos negócios, cada vez maior e mais estonteante. Além disso, os pilares tradicionais da gestão estão obsoletos. Com isso, ele afirma que cabe aos funcionários se desdobrarem para dar conta das interdependências.

Veja uma palestra curtinha e super dinâmica onde Morieux apresenta as seis regras da "simplicidade inteligente". Vídeo com legendas:
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A fundadora da rede de empreendedores Endeavor, Linda Rottenberg, deixa bem claro: para ela, é um elogio. Isso porque esse é o maior sinal de que você está no caminho certo. "Se não está sendo chamado de louco, não está pensando grande o suficiente".

Foi bem assim quando ela decidiu criar a Endeavor, com o objetivo de estimular o empreendedorismo na América Latina. Ninguém imaginava que daria certo. A palavra "empreendedor" sequer existia nos dicionários daqui. Só depois de muita insistência — inúmeras cartas a editoras —, os livros cederam à pressão. Para ela, foi muito mais porque estavam cansados de ter a Endeavor "enchendo o saco". 

Linda Rottenberg em palestra nesta quarta-feira (11/11) em São Paulo (Foto: @_openspace_)

E é essa uma das características de Linda (que deveriam ser seguidas por empreendedores de todo o mundo): a persistência. Mas está longe de ser a única. Confira cinco dicas da empreendedora para ter sucesso com a sua startup:

Autor do bestseller A Startup Enxuta (The Lean Startup), o empreendedor Eric Ries é o tipo de orador que atrai uma legião de jovens empreendores para onde quer que vá compartilhar suas ideias. Com a máxima de “Comece pequeno e aprenda rápido”, a sua filosofia lean virou febre entre todos que querem abrir a próxima grande empresa, e dá um passo a passo para a inovação sustentável. Em sua primeira visita ao Brasil, para participar da HSM ExpoManagement, o empreendedor compartilhou algumas reflexões de seus mais de vinte anos de carreira no empreendedorismo. Confira a seguir:

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