As empresas que se desdobram para vender à geração Y estão fazendo exatamente o que esses jovens detestam: se esforçando demais.

As tentativas de seduzir a geração emoji são muitas vezes recompensadas por uma indiferença ensurdecedora.

A Tic Tac lançou uma bala que muda de sabor quando se dissolve (porque os jovens supostamente se entediam rapidamente); as vendas cresceram, mas menos que nos dois anos anteriores. A Diet Coke colocou tuítes de fãs em outdoors (porque o Twitter é a língua nativa da geração Y, dizem); os americanos bebem cada vez menos refrigerantes. A Banana Republic fechou parceria com a Hot Dudes Reading, uma conta do Instagram, para criar a hashtag #HotDudesReadingForACause (porque os jovens, dizem, querem produtos com consciência social); as vendas líquidas caíram 10 por cento.

Porque quando os tempos são difíceis não resta mais nada a fazer a não ser olhar para o cliente e repensar, a partir dele, sua estratégia de serviços.

Você abre o jornal e lá está, na primeira página: cortes de custos, reduções de ativos, crescimento de dívidas, cancelamento de compras, demissões, estoques sem escoamento, crise energética; um desastre. Parece que, mesmo com o mundo respirando novos ares estamos todos aqui, em nosso Brasil, pagando a conta de outros — a culpa nunca é nossa! — e sem conseguir entender, pelo menos de maneira racional, porque a China, EUA ou o até mesmo o Chile, continuam a crescer.

No início dos anos 1940, o cartunista Carl trabalhava na empresa de seus sonhos, a poderosa Disney. Apesar disso, não estava nada satisfeito: uma sinusite o incomodava diariamente.

Seu médico revelou a causa: o ar condicionado do estúdio, que deixava o ambiente seco e com agentes infecciosos. O tratamento: sair imediatamente daquele lugar e, de preferência, viver num clima quente e úmido.

Mas como largar o ótimo emprego? Até Walt Disney já havia notado o seu talento.

Sabe quando aquela pessoa chega atrasada na reunião ou não entrega um projeto no prazo? Pois é, essas atitudes podem influenciar o comportamento do restante do seu time, e para pior!

 

Em todo grupo de pessoas, seja em uma organização, um time ou um projeto, existe uma forte tendência à conformidade e ao comportamento em grupo. Os seres humanos são animais gregários e tendemos a querer nos comportar como o restante do grupo, gerando o chamado GroupThink  — que faz com que que as pessoas tomem decisões ou ações com as quais dicordariam individualmente.

 

 Por isso, a pior pessoa do time define o que é aceitável.

 

DESLIGAR ALGUÉM REQUER ALGUNS CUIDADOS PARA MINIMIZAR O IMPACTO TANTO NA EMPRESA QUANTO NO PROFISSIONAL

É quase unânime entre os líderes que o momento do desligamento de um colaborador é sempre delicado. É uma situação que reflete no profissional desligado, na equipe que permanece empregada e na imagem da empresa no segmento em que atua. 

Para o funcionário, por mais que tenha recebido feedback de seu gestor, muitas vezes é um choque e a sensação de insegurança pode tomar conta. Para a empresa, além da tarefa de demitir, fica o dever de informar aos colaboradores que permanecem e, também, de tranquilizar a todos.

O questionamento que fica é: como fazer isto de forma responsável e planejada? Como administrar e minimizar o impacto?

Na história da humanidade, criar mitos a respeito de poderes sobrenaturais para qualquer tipo de situação que foge ao domínio comum é muito recorrente. Com o Marketing não é diferente, pois esta importante Estratégia Organizacional cresceu muito desde os anos 50 e atualmente conta com infinitas publicações que abordam pontos de vistas diferentes para cada elemento de sua definição. Analisando toda essa evolução, destaco (sob o meu ponto de vista) o que julgo serem os DEZ MITOS DO MARKETING.

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