Pouco antes do Dia de Ação de Graças, a empresa de contabilidade Crowe Horwath, de Chicago, divulgou um vídeo instruindo os funcionários sobre o que é permitido ou não vestir.

No vídeo, os executivos da empresa usam roupas inapropriadas que os colocam na “Lista de Procurados” do código de vestuário da empresa. Os infratores aparecem em uma espécie de fila de suspeitos da polícia usando jeans rasgados e camisas enrugadas.

O vídeo termina com o CEO Jim Powers exibindo bermudas “casuais demais para o escritório”. Exatamente tão brega quanto parece.

O vídeo foi uma introdução à nova política de vestuário da Crowe, uma extensão para o dia a dia do experimento do “casual Friday” iniciado meses antes. O vídeo foi uma tentativa leve e meio nerd de enfatizar que alguns conjuntos continuam sendo casuais demais para o ambiente de trabalho.

Com a economia em desaceleração, não será mais tão fácil pedir demissão sempre que o profissional se sentir contrariado

Até agora, os brasileiros da geração Y (aquela formada por pessoas que nasceram entre 1980 e 1990) não passaram por uma crise econômica de peso desde que se formaram. “Se você pedisse demissão hoje e fosse um profissional bem formado, amanhã já tinha outro emprego. Isso não vai mais acontecer com tanta facilidade”, diz Flávia Leão, gerente da Korn Ferry/Hay Group, uma das maiores empresas de recrutamento e desenvolvimento de lideranças. O cenário econômico desafiador exigirá uma nova postura da geração Y no mercado de trabalho.

Bons serviços de atendimento não acontecem por acaso. É preciso planejamento, comunicação e pessoas certas para não só colocar a empresa em funcionamento como também criar uma relação de longo prazo com os consumidores.

Existe uma crença pairando sobre o mundo dos negócios há séculos. Ela é resumida pelo ditado “amigos, amigos, negócios à parte”. Eu discordo completamente disso.

 

Se tem uma coisa que eu aprendi ao longo dos anos, é que você só deve fazer negócios com os amigos: com pessoas em que você confia, que admira e gosta de ter por perto, com as pessoas que te fazem rir. Mas, claro, existem jeitos bons e ruins de trabalhar com amigos. A seguir, eu compartilho o que aprendi, por tentativa e erro, sobre mergulhar em relações de trabalho e parcerias com aqueles que eu considero ser meus amigos mais próximos. E estou esperando que este post ajude a desmascarar esse mito e abra caminho para quem sempre teve vontade de trabalhar com as pessoas que ama.

Embora as pessoas preguiçosas sejam mal vistas pela sociedade, elas podem ser profissionais bastante produtivas.

A preguiça pode ser prejudicial, mas se você usar seu tempo e criatividade para tentar perpetuar sua condição de preguiçoso, você poderá adquirir habilidades bastante importantes para sua vida profissional.

Em artigo à Inc., o escritor Kevin Daum expõe 7 habilidades que apenas um bom preguiçoso é capaz de ter:

SER LÍDER PODE SER SOLITÁRIO

Há muitos anos escuto sobre a temática da liderança e sua relação com a solidão, e tudo o que envolve a influência do poder no distanciamento do "mundo real", se é que podemos classificar assim. Antes de tudo, acho interessante analisar a função do líder em uma organização, empresa ou grupo. Creio que o principal objetivo dentro dessa temática é entender que o líder faz parte de um conjunto, que possui suas forças e fraquezas.

 

O líder é muito mais do que detentor de decisões estratégias. Ele é um influente ponto de concentração de estabilidade e sabedoria. É quem equilibra times, a empresa, o ônus e o bônus de tudo o que envolve aquela organização. Tal característica pode afastá-lo do grupo que comanda ou trazer a essa figura um excesso de autoridade comum a quem tem muito prestígio, o que visivelmente é um perigo. Esse comportamento não influencia apenas na reação de seus liderados, mas também no afastamento da realidade. Chegar ao topo não é tarefa simples. Manter-se nele é ainda mais desafiador – sem contar o quanto é cansativo gerir vida pessoal e a carreira, que não raramente preenche muito mais o tempo daquele profissional. Com isso, vem o estresse. As dúvidas e o distanciamento da família, por exemplo. Tudo fica mais tumultuado e a solidão, nestes casos, pode ser um mecanismo de defesa intrínseco.

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