Bons serviços de atendimento não acontecem por acaso. É preciso planejamento, comunicação e pessoas certas para não só colocar a empresa em funcionamento como também criar uma relação de longo prazo com os consumidores.

Existe uma crença pairando sobre o mundo dos negócios há séculos. Ela é resumida pelo ditado “amigos, amigos, negócios à parte”. Eu discordo completamente disso.

 

Se tem uma coisa que eu aprendi ao longo dos anos, é que você só deve fazer negócios com os amigos: com pessoas em que você confia, que admira e gosta de ter por perto, com as pessoas que te fazem rir. Mas, claro, existem jeitos bons e ruins de trabalhar com amigos. A seguir, eu compartilho o que aprendi, por tentativa e erro, sobre mergulhar em relações de trabalho e parcerias com aqueles que eu considero ser meus amigos mais próximos. E estou esperando que este post ajude a desmascarar esse mito e abra caminho para quem sempre teve vontade de trabalhar com as pessoas que ama.

Embora as pessoas preguiçosas sejam mal vistas pela sociedade, elas podem ser profissionais bastante produtivas.

A preguiça pode ser prejudicial, mas se você usar seu tempo e criatividade para tentar perpetuar sua condição de preguiçoso, você poderá adquirir habilidades bastante importantes para sua vida profissional.

Em artigo à Inc., o escritor Kevin Daum expõe 7 habilidades que apenas um bom preguiçoso é capaz de ter:

SER LÍDER PODE SER SOLITÁRIO

Há muitos anos escuto sobre a temática da liderança e sua relação com a solidão, e tudo o que envolve a influência do poder no distanciamento do "mundo real", se é que podemos classificar assim. Antes de tudo, acho interessante analisar a função do líder em uma organização, empresa ou grupo. Creio que o principal objetivo dentro dessa temática é entender que o líder faz parte de um conjunto, que possui suas forças e fraquezas.

 

O líder é muito mais do que detentor de decisões estratégias. Ele é um influente ponto de concentração de estabilidade e sabedoria. É quem equilibra times, a empresa, o ônus e o bônus de tudo o que envolve aquela organização. Tal característica pode afastá-lo do grupo que comanda ou trazer a essa figura um excesso de autoridade comum a quem tem muito prestígio, o que visivelmente é um perigo. Esse comportamento não influencia apenas na reação de seus liderados, mas também no afastamento da realidade. Chegar ao topo não é tarefa simples. Manter-se nele é ainda mais desafiador – sem contar o quanto é cansativo gerir vida pessoal e a carreira, que não raramente preenche muito mais o tempo daquele profissional. Com isso, vem o estresse. As dúvidas e o distanciamento da família, por exemplo. Tudo fica mais tumultuado e a solidão, nestes casos, pode ser um mecanismo de defesa intrínseco.

As empresas que se desdobram para vender à geração Y estão fazendo exatamente o que esses jovens detestam: se esforçando demais.

As tentativas de seduzir a geração emoji são muitas vezes recompensadas por uma indiferença ensurdecedora.

A Tic Tac lançou uma bala que muda de sabor quando se dissolve (porque os jovens supostamente se entediam rapidamente); as vendas cresceram, mas menos que nos dois anos anteriores. A Diet Coke colocou tuítes de fãs em outdoors (porque o Twitter é a língua nativa da geração Y, dizem); os americanos bebem cada vez menos refrigerantes. A Banana Republic fechou parceria com a Hot Dudes Reading, uma conta do Instagram, para criar a hashtag #HotDudesReadingForACause (porque os jovens, dizem, querem produtos com consciência social); as vendas líquidas caíram 10 por cento.

Porque quando os tempos são difíceis não resta mais nada a fazer a não ser olhar para o cliente e repensar, a partir dele, sua estratégia de serviços.

Você abre o jornal e lá está, na primeira página: cortes de custos, reduções de ativos, crescimento de dívidas, cancelamento de compras, demissões, estoques sem escoamento, crise energética; um desastre. Parece que, mesmo com o mundo respirando novos ares estamos todos aqui, em nosso Brasil, pagando a conta de outros — a culpa nunca é nossa! — e sem conseguir entender, pelo menos de maneira racional, porque a China, EUA ou o até mesmo o Chile, continuam a crescer.

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