Caro leitor, em tempos de crise o que nos resta é o combate – e nesse cenário, nada melhor e tão absolutamente atemporal como a meritocracia para nos acompanhar na trincheira.

Dotado do mérito da simplicidade conceitual (onde os melhores se destacam e recebem os melhores benefícios), reconhecido pelos resultados que provoca, amado por alguns e odiado por muitos, o modelo meritocrático de gestão cresce em tempos agudos.

E, cá entre nós, convenhamos, poucas coisas são menos estimulantes do que um ambiente de trabalho onde acomodados, “rodas presas” e preguiçosos são tão considerados e premiados quanto aqueles que, independentemente das suas questões pessoais ou limitações individuais, conseguem operar com obstinação, empenho absoluto e elevado senso de responsabilidade.

O engenheiro Hélio Bruck Rotenberg criou a Positivo Informática aos 27 anos, ao lado de Oriovisto Guimarães, o fundador do grupo educacional Positivo.

Era 1989. Hélio trabalhava como professor de informática do grupo de educação e teve a ideia de criar um braço computacional para resolver problemas de tecnologia.

O Brasil engatinhava na democracia e vivia algumas situações impensáveis para os dias atuais. Como, por exemplo, a “Política Nacional de Informática” – uma regra que dizia que empreendedores do ramo de tecnologia não podiam importar hardware e software para montar os computadores, mas sim desenvolvê-los e produzi-los.

A política, resquício da ditadura, morreu em 1991. A Positivo, naquele momento ainda uma empresa pequena, tinha então o caminho livre para crescer.

O marketing, nos últimos anos, passou por diversas transformações, ficando cada vez mais inovador. Uma das principais evoluções foi a definição de média que tanto aterroriza os marqueteiros. 

 

Já faz alguns anos que a palavra que mais causa calafrios nos marqueteiros é média. Como muitas outras coisas do mundo digital, cada vez menos profissionais da área estão falando sobre média, ainda mais quando eles têm uma infinidade de métricas para analisar cada pessoa de modo mais detalhado e específico. Vamos a um exemplo:

Alcançar o sucesso profissional faz com que as pessoas dentro do mercado de trabalho utilizem diferentes estratégias e formas de aprimorar seu desempenho. Um método que pode ser bem produtivo é escrever um diário, registrando diversas situações da vida do profissional.

Pouco antes do Dia de Ação de Graças, a empresa de contabilidade Crowe Horwath, de Chicago, divulgou um vídeo instruindo os funcionários sobre o que é permitido ou não vestir.

No vídeo, os executivos da empresa usam roupas inapropriadas que os colocam na “Lista de Procurados” do código de vestuário da empresa. Os infratores aparecem em uma espécie de fila de suspeitos da polícia usando jeans rasgados e camisas enrugadas.

O vídeo termina com o CEO Jim Powers exibindo bermudas “casuais demais para o escritório”. Exatamente tão brega quanto parece.

O vídeo foi uma introdução à nova política de vestuário da Crowe, uma extensão para o dia a dia do experimento do “casual Friday” iniciado meses antes. O vídeo foi uma tentativa leve e meio nerd de enfatizar que alguns conjuntos continuam sendo casuais demais para o ambiente de trabalho.

Com a economia em desaceleração, não será mais tão fácil pedir demissão sempre que o profissional se sentir contrariado

Até agora, os brasileiros da geração Y (aquela formada por pessoas que nasceram entre 1980 e 1990) não passaram por uma crise econômica de peso desde que se formaram. “Se você pedisse demissão hoje e fosse um profissional bem formado, amanhã já tinha outro emprego. Isso não vai mais acontecer com tanta facilidade”, diz Flávia Leão, gerente da Korn Ferry/Hay Group, uma das maiores empresas de recrutamento e desenvolvimento de lideranças. O cenário econômico desafiador exigirá uma nova postura da geração Y no mercado de trabalho.

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