Professor da escola de negócios IMD, da Suíça, sugere quatro perguntas para fazer escolhas melhores ao criar e capturar valor para seu trabalho

A criação de valor não é de muita utilidade para um negócio a menos que este possa absorver uma parte significativa disso como lucro. O mesmo é verdade para você como indivíduo. Para prosperar na carreira é preciso conquistar ambos os lados do conceito, como se fosse uma empresa. Crie valor concentrando-se na sua contribuição diferenciada e no que é feito para manter essa vantagem.

Pergunte: Qual é a sua vantagem competitiva?

Desenvolver um conhecimento diferenciado é crítico, mas também é preciso se certificar de que de alguma forma ele é notado. O que significa que se deve gravitar em torno de áreas do negócio ou líderes que precisam de suas habilidades.

Uma pesquisa recente nos EUA mostrou que, apesar de 74% dos profissionais estarem satisfeitos com seus empregos, dois terços estão abertos a novas posições. Outro levantamento mostra que 69% das pessoas empregadas buscam novas oportunidades de trabalho semanalmente. Lá, as saídas do emprego por conta própria em 2015 foram 58% maiores que em 2009 e 9% superiores a 2014.

O ânimo para mudar de emprego é maior quando a economia vai bem (a americana cresceu em torno de 2,5% em 2015). Em um cenário como esse, o modelo predominante é o do “rouba-monte”. Ou seja, eu perco alguém, vou no mercado e arranco alguém de outra empresa, que precisa repor a posição, e esse ciclo vai alimentando a multibilionária indústria de recrutamento (que movimenta cerca US$ 400 bi).

As empresas não estão felizes com esse contexto. O custo de contratar é, em média, seis vezes o salário mensal de um profissional. Além disso, existem os gastos com recrutamento, treinamento e outros ocultos, como os de produtividade e adaptação do contratado.

Mas o que isso tem a ver com o Brasil, já que estamos em recessão?

Caro leitor, em tempos de crise o que nos resta é o combate – e nesse cenário, nada melhor e tão absolutamente atemporal como a meritocracia para nos acompanhar na trincheira.

Dotado do mérito da simplicidade conceitual (onde os melhores se destacam e recebem os melhores benefícios), reconhecido pelos resultados que provoca, amado por alguns e odiado por muitos, o modelo meritocrático de gestão cresce em tempos agudos.

E, cá entre nós, convenhamos, poucas coisas são menos estimulantes do que um ambiente de trabalho onde acomodados, “rodas presas” e preguiçosos são tão considerados e premiados quanto aqueles que, independentemente das suas questões pessoais ou limitações individuais, conseguem operar com obstinação, empenho absoluto e elevado senso de responsabilidade.

O engenheiro Hélio Bruck Rotenberg criou a Positivo Informática aos 27 anos, ao lado de Oriovisto Guimarães, o fundador do grupo educacional Positivo.

Era 1989. Hélio trabalhava como professor de informática do grupo de educação e teve a ideia de criar um braço computacional para resolver problemas de tecnologia.

O Brasil engatinhava na democracia e vivia algumas situações impensáveis para os dias atuais. Como, por exemplo, a “Política Nacional de Informática” – uma regra que dizia que empreendedores do ramo de tecnologia não podiam importar hardware e software para montar os computadores, mas sim desenvolvê-los e produzi-los.

A política, resquício da ditadura, morreu em 1991. A Positivo, naquele momento ainda uma empresa pequena, tinha então o caminho livre para crescer.

O marketing, nos últimos anos, passou por diversas transformações, ficando cada vez mais inovador. Uma das principais evoluções foi a definição de média que tanto aterroriza os marqueteiros. 

 

Já faz alguns anos que a palavra que mais causa calafrios nos marqueteiros é média. Como muitas outras coisas do mundo digital, cada vez menos profissionais da área estão falando sobre média, ainda mais quando eles têm uma infinidade de métricas para analisar cada pessoa de modo mais detalhado e específico. Vamos a um exemplo:

Alcançar o sucesso profissional faz com que as pessoas dentro do mercado de trabalho utilizem diferentes estratégias e formas de aprimorar seu desempenho. Um método que pode ser bem produtivo é escrever um diário, registrando diversas situações da vida do profissional.

orb.digital