QUER INOVAR? É SÓ SEGUIR OS PASSOS DOS NOSSOS ANTEPASSADOS

Existe um padrão para a inovação? Segundo o professor Jacob Goldenberg, da escola de negócios da Universidade Columbia, sim. Mais de um, até. São cinco processos de criar coisas novas, formados ao longo da evolução humana – e usados em praticamente todos os avanços tecnológicos, segundo ele.

O primeiro processo é a subtração: trata-se de pegar algo que existe e remover disso algum componente antes considerado essencial (como o Walkman da Sony, que eliminou a função de gravação e fez enorme sucesso).

Estratégias profissionais são grandes diferenciais para conseguir posições de destaque dentro do mercado de trabalho. No entanto, elas surgem ao longo da carreira e, por isso, no início é difícil saber qual o melhor caminho para trilhar. Para que você esteja bem preparado, desde o início da carreira, confira quais estratégias mais importantes para ter sucesso profissional:

A área de Recursos Humanos como conhecemos está se atualizando. Hoje, a força de trabalho nas empresas está mudando graças à tecnologia - tendências como conectividade social, mobilidade e armazenamento na nuvem têm mudado como, onde e quando as pessoas querem trabalhar, enquanto robôs e inteligência artificial estão transformando muitos postos de trabalho em coisas do passado.

As organizações precisam redesenhar os conceitos de como essas mudanças estão afetando o mercado e o ambiente de trabalho. Em muitos casos há um desalinhamento entre o que as empresas precisam fazer e o que as estratégias de gestão de talentos têm realizado dentro dos objetivos da empresa. A realidade é que o RH com frequência passa por períodos em que perde o protagonismo, sendo pouco convocado para ajudar a repensar ideias e encontrar maneiras de entregar estratégias de valor para os negócios.

Ninguém gosta de ter de pedir pela promoção. Advogar para nós mesmos pode ser muito mais complicado do que falar por terceiros. Mas, a boa notícia é que, se seu chefe estiver prestando atenção e suas ações estiverem falando por si, você pode conseguir subir o degrau sem nem mesmo solicitar ao chefe. As informações são do Business Insider.

Professor da escola de negócios IMD, da Suíça, sugere quatro perguntas para fazer escolhas melhores ao criar e capturar valor para seu trabalho

A criação de valor não é de muita utilidade para um negócio a menos que este possa absorver uma parte significativa disso como lucro. O mesmo é verdade para você como indivíduo. Para prosperar na carreira é preciso conquistar ambos os lados do conceito, como se fosse uma empresa. Crie valor concentrando-se na sua contribuição diferenciada e no que é feito para manter essa vantagem.

Pergunte: Qual é a sua vantagem competitiva?

Desenvolver um conhecimento diferenciado é crítico, mas também é preciso se certificar de que de alguma forma ele é notado. O que significa que se deve gravitar em torno de áreas do negócio ou líderes que precisam de suas habilidades.

Uma pesquisa recente nos EUA mostrou que, apesar de 74% dos profissionais estarem satisfeitos com seus empregos, dois terços estão abertos a novas posições. Outro levantamento mostra que 69% das pessoas empregadas buscam novas oportunidades de trabalho semanalmente. Lá, as saídas do emprego por conta própria em 2015 foram 58% maiores que em 2009 e 9% superiores a 2014.

O ânimo para mudar de emprego é maior quando a economia vai bem (a americana cresceu em torno de 2,5% em 2015). Em um cenário como esse, o modelo predominante é o do “rouba-monte”. Ou seja, eu perco alguém, vou no mercado e arranco alguém de outra empresa, que precisa repor a posição, e esse ciclo vai alimentando a multibilionária indústria de recrutamento (que movimenta cerca US$ 400 bi).

As empresas não estão felizes com esse contexto. O custo de contratar é, em média, seis vezes o salário mensal de um profissional. Além disso, existem os gastos com recrutamento, treinamento e outros ocultos, como os de produtividade e adaptação do contratado.

Mas o que isso tem a ver com o Brasil, já que estamos em recessão?

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