Abaixo o fruto de resultado da avaliação situacional dos “8Ps” da Governança Corporativa em nove empresas brasileiras, no período de 2006 a 2011. O levantamento foi realizado pelo economista e professor José Paschoal Rossetti para o livro “Governança Corporativa em Empresas Familiares", lançado este ano pelo IBGC, no Congresso de Governança Corporativa, realizado em São Paulo.

Uma proposta metodológica para levantamento de hiatos

Este levantamento apresenta os resultados de metodologia de avaliação situacional aplicada em nove empresas familiares brasileiras, no período 2006-2011, em trabalhos de consultoria para adequação dos sistemas de governança corporativa. 

O objetivo do levantamento é avaliar a situação das empresas e identificar hiatos em relação a “situações desejáveis”, em oito dimensões, descritas por "8 Ps". Em cada dimensão foram destacados pontos positivos dos sistemas de governança.

O crescimento inexistente da economia brasileira em 2014 mostra que as empresas têm enfrentado uma crise econômica desde o ano passado. A crise já está instalada e não é uma novidade. Então, o que há de novo? Talvez os debates sobre nossa situação econômica não sejam só sobre o rumo que o Brasil irá tomar em 2015, mas, sim, sobre outro tipo de problema que se faz presente há muito e que agora fica cada vez mais claro: uma crise moral que se evidencia pela menor confiança das pessoas nas instituições.

Uma estratégia brilhante, um produto arrasador ou uma tecnologia revolucionária podem colocar a empresa no mapa competitivo — mas só uma sólida execução será capaz de mantê-la ali. Não há nada mais frustrante do que perder uma grande oportunidade por causa de uma execução medíocre.

Veja o que pensa Lourenço Bustani, fundador da Mandalah e considerado pela revista americana Fast Company o brasileiro mais criativo do planeta

Companhias estimulam suas funcionárias a congelar óvulos para adiar a maternidade. Ficção? Não. A medida, adotada pelo Facebook e pela Apple, nos fez questionar: a que ponto poderia chegar a influência do mundo corporativo em nossa vida privada?

Em tempos de múltiplas telas, always on, economia colaborativa e estruturas enxutas com alto empoderamento não cabe mais reclamar das pessoas que têm pressa de avançar na carreira. Nós criticamos a velocidade e altas expectativas delas, mas nos “esquecemos” disso diante do novo aplicativo sensacional, da tecnologia revolucionária ou da campanha super emocionante criada em tempo recorde e sob alta pressão. Um profissional “apressado” e “ambicioso” pode ter o timing perfeito para quebrar paradigmas e mudar a vida de milhões. 

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