Algumas ideias ruins de negócios criam raízes nas empresas e, depois de algum tempo, ninguém as questiona. Às vezes, simplesmente por hábito. Elas, no entanto, acabam por diminuir a produtividade dos funcionários e tirar sua energia. Quase todas as funções e profissões têm ideias e práticas improdutivas e sem sentido, defende Liz Ryan, colunista da Forbes. Autora do livro "Reinvention Roadmap", Liz é CEO e fundadora do Human Workplace, consultoria dedicada às melhores práticas de trabalho.

Ter autocontrole pode lhe ajudar a organizar pensamentos, controlar melhor suas emoções e até ser mais produtivo no dia a dia. Todos esses fatores também afetam diretamente a maneira como você lida com o dinheiro e a movimentação de sua conta bancária. Pessoas que sabem ter um alto controle mental também são boas em gerir seu dinheiro, segundo artigo publicado na Inc. Elas controlam o dinheiro de uma maneira que as permite viver seguindo seus próprios valores e, ao mesmo tempo, estão sempre em busca de seus objetivos financeiros. Mas como elas fazem tudo isso?

É pouco producente enaltecer alguém por algo que ele já domina muito bem.

Pode parecer estranho, mas elogios podem ter um efeito danoso para quem os recebe. O foco deste artigo não é apontar elogios como nocivos, mas entender de que forma eles podem trabalhar tanto a favor do funcionário quanto dos resultados da empresa. Na verdade, reconhecer o esforço empenhado em atividades é muito mais benéfico do que elogiar a inteligência de alguém para realizar uma tarefa ou solucionar um problema.

Para fidelizar de verdade o cliente, esqueça mimos e supérfluos. Basta resolver seu problema.

Desde que a civilização humana existe, a política faz parte de nossa vida. No ambiente corporativo ela é uma questão de sobrevivência, pode influenciar o sucesso ou o fracasso de uma história profissional, mesmo no caso de quem tem boas entregas e alcança resultados diferenciados.

O estudo: André Spicer, professor da Cass Business School da City University London, realizou uma análise histórica e cultural de ideias sobre bem-estar nas empresas (que ele publicou em um livro recente, “The wellness syndrome”, com coautoria de Carl Cederström, da Stockholm University).

Spicer concluiu que os programas de bem-estar corporativos não só têm baixo retorno sobre o investimento como também, na verdade, são um tiro pela culatra, tornando muitos funcionários menos saudáveis e mais preocupados com emprego.

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