É pouco producente enaltecer alguém por algo que ele já domina muito bem.

Pode parecer estranho, mas elogios podem ter um efeito danoso para quem os recebe. O foco deste artigo não é apontar elogios como nocivos, mas entender de que forma eles podem trabalhar tanto a favor do funcionário quanto dos resultados da empresa. Na verdade, reconhecer o esforço empenhado em atividades é muito mais benéfico do que elogiar a inteligência de alguém para realizar uma tarefa ou solucionar um problema.

Para fidelizar de verdade o cliente, esqueça mimos e supérfluos. Basta resolver seu problema.

Desde que a civilização humana existe, a política faz parte de nossa vida. No ambiente corporativo ela é uma questão de sobrevivência, pode influenciar o sucesso ou o fracasso de uma história profissional, mesmo no caso de quem tem boas entregas e alcança resultados diferenciados.

O estudo: André Spicer, professor da Cass Business School da City University London, realizou uma análise histórica e cultural de ideias sobre bem-estar nas empresas (que ele publicou em um livro recente, “The wellness syndrome”, com coautoria de Carl Cederström, da Stockholm University).

Spicer concluiu que os programas de bem-estar corporativos não só têm baixo retorno sobre o investimento como também, na verdade, são um tiro pela culatra, tornando muitos funcionários menos saudáveis e mais preocupados com emprego.

Indiscutível que muito mudou nas práticas de liderança nos últimos anos. Felizmente, o hábito de mandar e de controlar está dando espaço para um estilo mais colaborativo, que mostra aos profissionais o sentido daquilo que eles fazem. 

Entretanto, ainda há bastante para evoluir. Pequenas atitudes do dia a dia da liderança mantêm a gestão com um pé no passado.

Conheço uma mulher que consegue convencer as pessoas a fazerem tudo o que ela quer. Ela consegue fazer com que executivos ocupadíssimos lhe cedam seu tempo nos fins de tarde, suas ideias e seu dinheiro.

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