Aquela frase antiga de que para vencer na vida “a mulher tem que falar grosso” perdeu espaço nas empresas competitivas, muito mais interessadas em resultados. Mas não deixou de ser verdade para as profissionais que buscam se destacar nas grandes corporações – e percebem, cedo ou tarde, que ter uma “voz fininha” não ajuda a ganhar uma negociação. “As vozes mais graves são associadas ao sucesso”, afirma Mara Behlau, fonoaudióloga e professora de comunicação para negócios e relações interpessoais do Insper. “Nas organizações, ela provoca uma percepção de maior competência, persuasão, confiança e segurança.”

“Pai e filho sofrem um acidente terrível de carro. Alguém chama a ambulância, mas o pai não resiste e morre no local. O filho é socorrido e levado ao hospital às pressas. Ao chegar no hospital, a pessoa mais competente do centro cirúrgico vê o menino e diz: ‘Não posso operar esse menino! Ele é meu filho!’.”

Ao ler este texto, a maioria das pessoas fica com ar de questionamento. Como é que o menino pode ser filho da pessoa mais competente do centro cirúrgico se o pai morreu no acidente? Diversas teorias e hipóteses são levantadas sobre o caso: a mãe tinha um caso extraconjugal? Era um casal gay? O pai era adotivo? Ou qualquer coisa que possa dar sentido ao texto.

As organizações estão incorporando, crescentemente, conceitos e processos de aprendizagem em suas práticas gerenciais e operacionais. 

O trabalho do consultor se dá a partir de, pelo menos, quatro dimensões que têm relação direta com a aprendizagem: relação de ajuda, mudança, intervenções e implementação com autonomia decisória do cliente.

A grande sacada é entender que o problema, na realidade, não faz parte de você. Ele está fora do seu corpo. Quem está dentro é a preocupação. Logo, você tem total controle sobre ela.

Em novembro, escrevi um artigo incitando as pessoas de uma certa idade a abandonar seus empregos chiques e se unirem a mim no ofício de professora em uma escola pública de Londres. Foi um despropósito, mas eu esperava despertar interesse suficiente para um pequeno projeto-piloto. Algumas dezenas de inscrições teria sido bom. Mas até agora, a Now Teach, a organização da qual fui uma das fundadoras, já recebeu quase 800.

TODOS OS funcionários, do CEO aos trabalhadores da linha de frente, cometem erros evitáveis: subestimamos o tempo necessário para concluir uma tarefa, negligenciamos ou ignoramos informações que revelam uma falha em nosso planejamento, ou não aproveitamos benefícios da empresa que seriam vantajosos para nós. É extremamente difícil reconfigurar o cérebro humano para desfazer os padrões que levam a esses erros. Mas existe outra abordagem: modificar o ambiente no qual as decisões são tomadas, para que as pessoas tenham maior probabilidade de fazer escolhas que produzam bons resultados.

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