Como líder, quais exemplos você trouxe aos funcionários?
Tem um caso que eu gosto de contar. Quando cheguei ao andar ocupado pelos funcionários da Visa, uma área de 2 400 metros quadrados, notei que haviam duas portas de acesso. Cada funcionário escolhia a porta mais próxima da sua mesa e entrava. Muitos não conheciam colegas de outros setores e aquilo me incomodava. Saber o que o outro faz é o primeiro passo para conseguir ajudar.

Nesta terça-feira, na véspera do Dia Internacional da Mulher, o tradicional touro de Wall Street ganhou outra companhia em bronze: a de uma jovem menina que o encara desafiante.

Aquela frase antiga de que para vencer na vida “a mulher tem que falar grosso” perdeu espaço nas empresas competitivas, muito mais interessadas em resultados. Mas não deixou de ser verdade para as profissionais que buscam se destacar nas grandes corporações – e percebem, cedo ou tarde, que ter uma “voz fininha” não ajuda a ganhar uma negociação. “As vozes mais graves são associadas ao sucesso”, afirma Mara Behlau, fonoaudióloga e professora de comunicação para negócios e relações interpessoais do Insper. “Nas organizações, ela provoca uma percepção de maior competência, persuasão, confiança e segurança.”

“Pai e filho sofrem um acidente terrível de carro. Alguém chama a ambulância, mas o pai não resiste e morre no local. O filho é socorrido e levado ao hospital às pressas. Ao chegar no hospital, a pessoa mais competente do centro cirúrgico vê o menino e diz: ‘Não posso operar esse menino! Ele é meu filho!’.”

Ao ler este texto, a maioria das pessoas fica com ar de questionamento. Como é que o menino pode ser filho da pessoa mais competente do centro cirúrgico se o pai morreu no acidente? Diversas teorias e hipóteses são levantadas sobre o caso: a mãe tinha um caso extraconjugal? Era um casal gay? O pai era adotivo? Ou qualquer coisa que possa dar sentido ao texto.

As organizações estão incorporando, crescentemente, conceitos e processos de aprendizagem em suas práticas gerenciais e operacionais. 

O trabalho do consultor se dá a partir de, pelo menos, quatro dimensões que têm relação direta com a aprendizagem: relação de ajuda, mudança, intervenções e implementação com autonomia decisória do cliente.

A grande sacada é entender que o problema, na realidade, não faz parte de você. Ele está fora do seu corpo. Quem está dentro é a preocupação. Logo, você tem total controle sobre ela.

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