De acordo com a pesquisa anual global sobre CEOs da PwC, há três anos, 37% dos CEOs estavam preocupados com a falta de confiança nos negócios. Nas indústrias esse número tinha atingido 55%.

Um grau elevado de confiança entre gestores e funcionários define os melhores locais de trabalho e norteia o desempenho e faturamento geral da empresa.

O diretor da empresa acha que a estratégia foi bem repassada para os gestores. Tudo o que ele espera é que no fim do semestre todas as equipes tenham se dedicado ao máximo aos projetos mais importantes para colocar os objetivos estratégicos na prática. No entanto, no dia das entregas, nada do que ele imaginou aconteceu. Pressão e bronca nem sempre são indicadas neste caso, já que ele nem sabe como os esforços das equipes foram investidos. “Para onde foi o trabalho de tanta gente nesses seis meses?”, ele se questiona. Os gestores tampouco sabem responder essa pergunta. No fim do período, o diretor lamenta que sua área não tenha conseguido entregar nem metade do foi planejado. No que ele errou?

Quando era gerente da empresa de consultoria EY (Ernst & Young), Susan Hawkins – que hoje dá aulas para qualificações profissionais internacionais em finanças, contabilidade e valuation na SH Professional Training, empresa da qual é fundadora – coordenava equipes formadas por consultores seniores, consultores e trainees.

Dar apoio aos colegas de trabalho é uma boa prática para alcançar o sucesso, desde que sejam observados três fatores essenciais: quem, como e quando

Certa vez fui chamada às pressas para substituir um palestrante em um evento para gestores de Remuneração e Benefícios! Resultado? Foi um fiasco. Além de chocar a audiência ao falar sobre “benefícios emocionais” que a empresa obtém quando tem um propósito claro e uma cultura orientada às pessoas, recebi questionamentos hostis e deixei muita gente desconfortável.

Há pessoas que, a despeito do momento em que vivem, mostram-se genuinamente confiantes. É como se a confiança fosse algo com que nós nascêssemos e não precisássemos cultivar dia após dia. O negócio é que essas pessoas são exceção — a maioria de nós é menos confiante do que deveria e até poderia ser. O que fazer então?

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