Existe um comportamento desgastante do qual muitos de nós, com frequência, somos vítimas: ouvir as vozes críticas escondidas em nossa mente. Quer elas provenham de críticas externas, quer de nossos próprios medos e dúvidas, essas vozes negativas enviam mensagens de que não somos suficientemente bons, suficientemente gentis, ou suficientemente produtivos. A pesquisa mostra que o ecoar de pensamentos negativos em nossa cabeça aumenta nossas chances de depressão, nos isola dos outros, e inibe nossa capacidade de perseguir metas.

Um erro comum em empresas – seguido também por seus funcionários – está em manter uma visão muito simplificada da inteligência emocional. Olhar apenas para características como sensibilidadesociabilidade e o fato de que as pessoas gostam de você não é suficiente. Um líder emocionalmente inteligente também precisa ter a capacidade de oferecer um feedback sincero, ainda que duro, a um funcionário – para que ele possa se desenvolver mais na empresa.

É verdade que manter bons hábitos pode facilitar o caminho para o sucesso. Mas você deve considerar a possibilidade de deixar alguns de lado, sugere Rod Favaron, presidente da empresa de tecnologia Spredfast. Em entrevista à Fast Company, ele explica sua opinião.

Pioneiros, condutores, conciliadores e guardiões - Todas as equipes contêm uma mistura desses tipos de personalidade. Saiba como extrair o melhor de qualquer combinação. 

Alguma vez você já se decepcionou com um colega que você pensou que era um amigo? Ou ficou bêbado na festa do escritório? Se sim, você não está sozinho.

Dois temas orientam esta coluna: 1. Você é um moita? Quantos moitas existem em sua equipe? A confiança existente em uma empresa é inversamente proporcional a esse número. 2. Questão de conduta: além de não roubar, você tem agido de forma correta no dia a dia? Esse tema se relaciona com o primeiro.

orb.digital