É verdade que manter bons hábitos pode facilitar o caminho para o sucesso. Mas você deve considerar a possibilidade de deixar alguns de lado, sugere Rod Favaron, presidente da empresa de tecnologia Spredfast. Em entrevista à Fast Company, ele explica sua opinião.

Pioneiros, condutores, conciliadores e guardiões - Todas as equipes contêm uma mistura desses tipos de personalidade. Saiba como extrair o melhor de qualquer combinação. 

Alguma vez você já se decepcionou com um colega que você pensou que era um amigo? Ou ficou bêbado na festa do escritório? Se sim, você não está sozinho.

Dois temas orientam esta coluna: 1. Você é um moita? Quantos moitas existem em sua equipe? A confiança existente em uma empresa é inversamente proporcional a esse número. 2. Questão de conduta: além de não roubar, você tem agido de forma correta no dia a dia? Esse tema se relaciona com o primeiro.

De acordo com a pesquisa anual global sobre CEOs da PwC, há três anos, 37% dos CEOs estavam preocupados com a falta de confiança nos negócios. Nas indústrias esse número tinha atingido 55%.

Um grau elevado de confiança entre gestores e funcionários define os melhores locais de trabalho e norteia o desempenho e faturamento geral da empresa.

O diretor da empresa acha que a estratégia foi bem repassada para os gestores. Tudo o que ele espera é que no fim do semestre todas as equipes tenham se dedicado ao máximo aos projetos mais importantes para colocar os objetivos estratégicos na prática. No entanto, no dia das entregas, nada do que ele imaginou aconteceu. Pressão e bronca nem sempre são indicadas neste caso, já que ele nem sabe como os esforços das equipes foram investidos. “Para onde foi o trabalho de tanta gente nesses seis meses?”, ele se questiona. Os gestores tampouco sabem responder essa pergunta. No fim do período, o diretor lamenta que sua área não tenha conseguido entregar nem metade do foi planejado. No que ele errou?

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