O marketing, nos últimos anos, passou por diversas transformações, ficando cada vez mais inovador. Uma das principais evoluções foi a definição de média que tanto aterroriza os marqueteiros. 

 

Já faz alguns anos que a palavra que mais causa calafrios nos marqueteiros é média. Como muitas outras coisas do mundo digital, cada vez menos profissionais da área estão falando sobre média, ainda mais quando eles têm uma infinidade de métricas para analisar cada pessoa de modo mais detalhado e específico. Vamos a um exemplo:

As empresas que se desdobram para vender à geração Y estão fazendo exatamente o que esses jovens detestam: se esforçando demais.

As tentativas de seduzir a geração emoji são muitas vezes recompensadas por uma indiferença ensurdecedora.

A Tic Tac lançou uma bala que muda de sabor quando se dissolve (porque os jovens supostamente se entediam rapidamente); as vendas cresceram, mas menos que nos dois anos anteriores. A Diet Coke colocou tuítes de fãs em outdoors (porque o Twitter é a língua nativa da geração Y, dizem); os americanos bebem cada vez menos refrigerantes. A Banana Republic fechou parceria com a Hot Dudes Reading, uma conta do Instagram, para criar a hashtag #HotDudesReadingForACause (porque os jovens, dizem, querem produtos com consciência social); as vendas líquidas caíram 10 por cento.

orb.digital