Qualquer pessoa é capaz de inovar se tiver apoio e oportunidade.

No bastião-mor da burocracia, um lugar em que as pessoas aceitavam falhas sem questionamentos, seguiam regras sem explicações e se apegavam a tradições e tecnologias há muito obsoletas: a Marinha dos Estados Unidos.

Porém, em questão de meses, a Marinha estava transbordando originalidade — e não por algo que eu tivesse feito. Uma força-tarefa significativa de inovação havia sido lançada — uma base militar do Departamento de Defesa no Vale do Silício —, pronta para atualizar-se em relação à tecnologia mais avançada.

"Sou um encrenqueiro. Não sobrevivo em grandes organizações e não costumo me adaptar à cultura. Não lido bem com funcionários que fazem drama, por exemplo, ou que se fazem de vítima. Não tolero conformistas."

"Em cinco ou dez anos já vamos ter a opção de comprar um carro autônomo ou pagar por um serviço de transporte com carros autônomos. A próxima geração não terá sequer carteira de motorista."

O israelense Uri Levine, de 51 anos, se diz um homem simples. Multimilionário desde 2013, quando vendeu, ao lado de seus sócios, o aplicativo de navegação Waze por US$ 1,1 bilhão ao Google, ele ainda vive em uma casa alugada, prefere a bicicleta ao carro e não entende por que alguém gasta fortunas ostentando.

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