“Devagar! Quem mais corre, mais tropeça", diz Frei Lourenço, personagem de Romeu e Julieta. E o conselho bem que poderia ser seguido pelos profissionais que ficaram com a sensação de estar com a carreira estagnada em 2016. Num ano em que o desemprego atingiu 12 milhões de pessoas, as movimentações profissionais escassearam e os investimentos em desenvolvimento e premiações diminuíram. Nesse contexto, a adrenalina baixa e a impaciência aumenta. "Nos momentos de crise, todo mundo fica com o freio de mão puxado", afirma Gislene Camargo Giovanelli, sócia-diretora da KPMG, consultoria de São Paulo.

Pode até parecer que planejar seus objetivos e metas para a semana, mês e ano seja um mapa para o sucesso. Mas será que uma estratégia mais casual e sujeita ao acaso poderia ser melhor?

orb.digital