Depois de definidas as prioridades e os projetos do ano, como levar o plano para o dia a dia da empresa? Entenda quais são os próximos passos.

Mas a culpa é de quem contratou mais do que devia e não soube controlar gastos nos tempos de fartura. É o que diz o consultor Claudio Galeazzi, convocado, quase sempre, para a tarefa de passar a tesoura nas empresas

Recompensadora para quem gosta de dinamismo, a carreira na costuma despertar grande interesse entre estudantes de engenharia, administração e áreas afins. Esse prestígio está, em grande parte, relacionado ao rigoroso processo seletivo, aos altos salários e aos clientes importantes que costumam atender. Desafios constantes e crescimento acelerado também são fatores que contribuem para essa atratividade. 

Será que existe um momento “certo” para se desligar um colaborador que não está apresentando a performance esperada, seja por não estar atingindo os resultados estipulados ou por motivos comportamentais? Se você está acostumado ao linguajar de consultores, provavelmente pensou: depende. Depende da pessoa, depende do contexto… enfim, depende de uma série de fatores. Enquanto que para mim, com a experiência de consultor, seria muito tentador usar a palavra “depende”, nesse texto vou propor que existe sim um momento certo para se desligar ou realocar um colaborador que está com problemas de performance ou de comportamento.

Com uma trajetória que inclui cargos em multinacionais e presidências interinas de empresas, Claudio Galeazzi se define como um reestruturador de empresas. Ele é, na verdade, um consultor de turnaround, e por meio de sua consultoria homônima exerce a delicada função de salvar empresas à beira da falência e ou recuperar aquelas que passam por uma crise e querem recuperar a liderança.

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