O diretor da empresa acha que a estratégia foi bem repassada para os gestores. Tudo o que ele espera é que no fim do semestre todas as equipes tenham se dedicado ao máximo aos projetos mais importantes para colocar os objetivos estratégicos na prática. No entanto, no dia das entregas, nada do que ele imaginou aconteceu. Pressão e bronca nem sempre são indicadas neste caso, já que ele nem sabe como os esforços das equipes foram investidos. “Para onde foi o trabalho de tanta gente nesses seis meses?”, ele se questiona. Os gestores tampouco sabem responder essa pergunta. No fim do período, o diretor lamenta que sua área não tenha conseguido entregar nem metade do foi planejado. No que ele errou?

Você tem uma equipe ótima em sua empresa e as outras mais ou menos? Fazer uma contaminação do bem é possível, garante o especialista de Stanford Robert Sutton. Ele conta como as empresas podem fazer as boas práticas de um pequeno time serem adotadas por outros; não se trata de treinar, e sim de se guiar por quatro princípios.

A ferramenta usada para acompanhar o processo de vendas, do interesse inicial ao fechamento do negócio, precisa de uma gestão ativa.

A teoria das restrições diz que cada sistema de negócio, independentemente da indústria, tem pelo menos um fator limitante que afeta o desempenho ideal. Ele passa a incluir um processo que ajuda a empresa a identificar e eliminar o gargalo mais significativo pela reestruturação dos processos e procedimentos de fluxo de trabalho. Embora no passado a teoria das restrições foi aplicado principalmente na indústria de transformação, ela que pode ser aplicada com a mesma eficácia nos serviços de folha de pagamento, fornecedores de serviços Internet, call centers ou qualquer outra organização de serviço.

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