Escrever e entregar avaliações de desempenho pode ser uma das tarefas mais difíceis para qualquer gestor. Não é fácil fazer uma análise que aborde com sucesso as dinâmicas emocionais e interpessoais e, ao mesmo tempo, equilibre as metas complexas e concorrentes presentes na maioria desse tipo de análise.

“Você soube o que Beagle disse a Doberman ontem? Schnauzer me contou que Beagle disse a Doberman que ele ia convidar a Spaniel para sair, aquela graça que acaba de ser contratada para o Desenvolvimento de Produto.”

Fofoca no trabalho é tão comum quanto capim – ela assume diversas formas e cresce em praticamente toda parte.

A Microsoft entrou no século 21 como principal fornecedora de software para dispositivos de computação em geral. Dezesseis anos depois, seu domínio está ameaçado, devido a problemas de liderança. A Apple, líder de tecnologia na era móvel, corre o risco de seguir o mesmo caminho.

A maneira como se rejeita um candidato a vaga numa empresa pode prejudicar as possibilidades de atrair os melhores profissionais. Parece algo sem relação? Bem... O alerta vem de um estudo da consultoria de RH CareerArc, que aconselha recrutadores de empresas a adotarem práticas mais habilidosas na hora de selecionar um candidato, para evitar atritos e rejeições futuras.

Uma corporação é apenas um pequeno pedaço de um todo. Qualquer um pode começar uma empresa para ganhar algum dinheiro. Entretanto, uma boa companhia que trabalha bem é como um organismo, em que todas as partes estão conectadas, não por relações hierárquicas rígidas, mas pelo sentimento de confiança e conexão.

Muita gente já trabalhou com pessoas agressivas ou mal-humoradas, que tratam a todos com desrespeito e, pior, acabam “contaminando” os humores da equipe, até mesmo dos mais cordiais, que também passam a adotar esta atitude como forma de defesa ou revide.

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