Temendo tomar decisões erradas, frequentemente uma empresa adota longos processos de seleção de candidatos a emprego.

O problema é que essa demora pode estragar tudo.

Hoje em dia, parece que a maioria das pessoas tem muitas coisas para resolver. Todos reclamam de se sentirem sobrecarregados. Então, como explicar a seu chefe que você simplesmente tem trabalho demais para fazer? Ninguém quer parecer preguiçoso, desleixado ou individualista. Como você pode proteger sua imagem de funcionário esforçado e ao mesmo tempo bater no tatame?

Não resta dúvida de que os jogos são divertidos, mas é preciso tomar alguns cuidados para que também sejam eficientes

De tempos em tempos, surgem alguns modismos na área de treinamentos corporativos. Uma das últimas novidades são os jogos de fuga, em que um grupo precisa desvendar um mistério ou solucionar um problema para conseguir escapar de um ambiente temático. 

Sua empresa tem propósito? Você, como profissional, tem propósito? Tem pensado nisso? Ultimamente essa expressão está cada vez mais difundida no ambiente empresarial, como uma nova onda a transformar os negócios, e a maneira como as relações entre executivos e empresas são estabelecidas. Mais ainda, por trás dessa questão estaria um processo de transformação completa do próprio objetivo das empresas, e de seu papel em relação à sociedade.

Quem me conhece sabe que sempre fui cético com relação a modismos, em especial quando o assunto é gestão. Não que eu seja contra inovações, longe disso. Ocorre que, frequentemente, essas ditas “novas ideias” já foram consagradas pela teoria existente e são apresentadas com nova roupagem como grandes descobertas, o que nos obriga constantemente a separar aquilo que, de fato, é novo e transformador daquilo que não passa de uma reinterpretação do que já existe há muito tempo – muitas vezes de forma equivocada.

O filósofo alemão Arthur Schopenhauer disse uma vez que nós perdemos três quartos de nós mesmos tentando ser como as outras pessoas.

Concordar com tudo é uma tendência ruim, mas que normalmente é recompensada nas grandes organizações. Entretanto, é uma atitude que não apenas tem efeitos adversos no comprometimento do funcionário, mas que também interfere nos objetivos de longo prazo dos empregadores.

Com estoque limitado de talentos e às vésperas de muitas sucessões de comando, as empresas brasileiras têm um grave problema a enfrentar, explica o especialista em talentos Claudio Fernández-Aráoz

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