Se você acredita que o lado ressentido ainda pode contribuir positivamente, procure deixar clara sua posição e reafirmar seu compromisso com o indivíduo. Se a pessoa se mostrar relutante e opositora, talvez a opção mais acertada seja o rompimento. 

Algumas ideias ruins de negócios criam raízes nas empresas e, depois de algum tempo, ninguém as questiona. Às vezes, simplesmente por hábito. Elas, no entanto, acabam por diminuir a produtividade dos funcionários e tirar sua energia. Quase todas as funções e profissões têm ideias e práticas improdutivas e sem sentido, defende Liz Ryan, colunista da Forbes. Autora do livro "Reinvention Roadmap", Liz é CEO e fundadora do Human Workplace, consultoria dedicada às melhores práticas de trabalho.

Desde que a civilização humana existe, a política faz parte de nossa vida. No ambiente corporativo ela é uma questão de sobrevivência, pode influenciar o sucesso ou o fracasso de uma história profissional, mesmo no caso de quem tem boas entregas e alcança resultados diferenciados.

O estudo: André Spicer, professor da Cass Business School da City University London, realizou uma análise histórica e cultural de ideias sobre bem-estar nas empresas (que ele publicou em um livro recente, “The wellness syndrome”, com coautoria de Carl Cederström, da Stockholm University).

Spicer concluiu que os programas de bem-estar corporativos não só têm baixo retorno sobre o investimento como também, na verdade, são um tiro pela culatra, tornando muitos funcionários menos saudáveis e mais preocupados com emprego.

Há séculos a humanidade conhece os sete pecados capitais, anteriores mesmo ao cristianismo (que os incorporou como forma de educar seus fiéis).

Em uma empresa de impacto, as pessoas não são parte da operação, mas sim da estratégia. 

 

Todos já sabemos que existe um grande número de funções humanas sendo substituídas pela tecnologia. Muito se avançou em capacidade e velocidade de processamento de dados complexos e processos mecânicos nos últimos anos.

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