Steve Jobs disse: “Não faz sentido contratar pessoas inteligentes para depois lhes dizer o que têm que fazer”. A frase cairia como uma luva para começar qualquer apresentação ou este texto, mas daí a uma organização pôr em prática a sugestão é outra história. A autogestão dos profissionais é possível ou é apenas uma bela utopia, ao gosto dos gurus da administração?

Reuniões longas, com excesso de pessoas envolvidas e, pior, sem foco, são alguns dos problemas enfrentados diariamente nas empresas. Além dos impactos nos resultados, elas também afetam a motivação da equipe. É preciso otimizar o tempo e fazer reuniões mais produtivas. Você sabe fazer reuniões curtas e produtivas?

As empresas familiares, responsáveis por mais de 90% das empresas no Brasil, são em sua maioria dirigidas por homens, mas não raro, encontram nas mulheres do segundo ou terceiro escalões a força da gestão operacional.

O desafio da mulher empresária é equacionar todos esses interesses e ainda resguardar os relacionamentos afetivos, preservando o bom andamento das relações familiares.

Companhias estimulam suas funcionárias a congelar óvulos para adiar a maternidade. Ficção? Não. A medida, adotada pelo Facebook e pela Apple, nos fez questionar: a que ponto poderia chegar a influência do mundo corporativo em nossa vida privada?

Em tempos de múltiplas telas, always on, economia colaborativa e estruturas enxutas com alto empoderamento não cabe mais reclamar das pessoas que têm pressa de avançar na carreira. Nós criticamos a velocidade e altas expectativas delas, mas nos “esquecemos” disso diante do novo aplicativo sensacional, da tecnologia revolucionária ou da campanha super emocionante criada em tempo recorde e sob alta pressão. Um profissional “apressado” e “ambicioso” pode ter o timing perfeito para quebrar paradigmas e mudar a vida de milhões. 

Sabe quando aquela pessoa chega atrasada na reunião ou não entrega um projeto no prazo? Pois é, essas atitudes podem influenciar o comportamento do restante do seu time, e para pior!

 

Em todo grupo de pessoas, seja em uma organização, um time ou um projeto, existe uma forte tendência à conformidade e ao comportamento em grupo. Os seres humanos são animais gregários e tendemos a querer nos comportar como o restante do grupo, gerando o chamado GroupThink  — que faz com que que as pessoas tomem decisões ou ações com as quais dicordariam individualmente.

 

 Por isso, a pior pessoa do time define o que é aceitável.

 

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