A falta de civilidade é crescente e sai caro para as empresas

Como sua vivência de uma brasileira que se sentiu mais livre na França, longe dos estereótipos ainda tidos para japoneses em seu país de origem, Cristina diz que ter consciência do contexto em que se está e de si mesma é crucial para superar obstáculos e aproveitar ao máximo a experiência da diversidade.

SÃO PAULO  - A possibilidade de trabalhar remotamente já existe em grande parte das empresas, mas em muitos casos os profissionais ainda se preocupam que a distância poderá prejudicar sua imagem junto aos colegas, e reclamam que a companhia não comunica suas políticas de “home office” com clareza.

Em tempos de avalanche de escândalos de corrupção de um lado e de movimentos e legislação anticorrupção de outro, a palavra compliance tem ganhado cada vez mais visibilidade no país, notadamente dentro das instituições públicas e privadas que buscam manter uma boa imagem e reputação inquestionável perante seus funcionários, stakeholders e potenciais parceiros de negócios. A explicação para o crescente investimento das empresas em programas efetivos de compliance é simples, e pode ser resumida em três palavras: confiança, credibilidade e diferencial.

Flexibilidade para os funcionários, redução de custos para a empresa, facilidades na hora de realizar uma atividade — e consequente aumento de produtividade. Estes são alguns dos motivos que têm levado diversas empresas a adotarem a prática de home office.

Entrevistas de emprego são situações difíceis, não só para os candidatos, mas também para o empreendedor. Como é possível julgar a personalidade de alguém, suas habilidades e deficiências em apenas alguns minutos?

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