A falta de civilidade é crescente e sai caro para as empresas

Professor de sociologia na Universidade La Sapienza, em Roma, o italiano Domenico de Masi, 79 anos, ficou conhecido pelo conceito de “ócio criativo”, em que trabalho, aprendizado e prazer se combinam para gerar desenvolvimento econômico com justiça social. Seu mais recente livro, “Alfabeto da Sociedade Desorientada” (Objetiva), que chega ao Brasil esta semana, procura traduzir o que ele chama de “rota da aventura humana pós-industrial”: um caminho que a humanidade vem percorrendo sem uma referência sociológica que substitua as ideologias e crenças tradicionais que serviram como reguladoras das relações sociais. Nesta entrevista a ISTOÉ, ele afirma que a sociedade se tornou incapaz de distinguir “o que é belo e o que é feio, o que é verdadeiro e o que é falso, o que é bom e o que é ruim, o que é direita e o que é esquerda e até o que é vivo e o que é morto”. Diz ainda que a inteligência artificial poderá resolver problemas incompreendidos pelo ser humano e faz comparações entre a Itália da operação Mãos Limpas e o Brasil da Lava Jato.

Como sua vivência de uma brasileira que se sentiu mais livre na França, longe dos estereótipos ainda tidos para japoneses em seu país de origem, Cristina diz que ter consciência do contexto em que se está e de si mesma é crucial para superar obstáculos e aproveitar ao máximo a experiência da diversidade.

Quer deixar um subordinado feliz e mantê-lo no cargo? Simples: expresse confiança nele. É o que revela estudo da consultoria Pay­Scale, que ouviu quase 55 mil pessoas. E satisfação é uma das principais motivações para o bom desempenho e a lealdade: 72% dos entrevistados que se consideram confiantes em cumprir suas funções e tomar decisões por si só estão satisfeitos com o trabalho e não pensam em mudar de empresa.

SÃO PAULO  - A possibilidade de trabalhar remotamente já existe em grande parte das empresas, mas em muitos casos os profissionais ainda se preocupam que a distância poderá prejudicar sua imagem junto aos colegas, e reclamam que a companhia não comunica suas políticas de “home office” com clareza.

Subi Rangan, professor de estratégia e gestão da europeia Insead, uma das melhores escolas de negócios do mundo, é um estudioso da forma como as empresas devem integrar a performance ao progresso. Para ele, "progresso é reduzir ou acabar com a lacuna existente entre o que o mundo é e o que o mundo deveria ser".

orb.digital