O dia foi marcado por um fluxo grande de pessoas interessadas em trocar conhecimentos, conhecer novas tendências e criar conexões favoráveis. Palestras com lideres nacional e internacional, empresas referência por todos os lados e temas relevantes para sua carreira eram apenas alguns dos pontos que fazia valer a hashtag escolhida para o evento "conhecimento em ebulição".

Ao final ficou claro que inovação é apenas consequência do processo que estamos vivendo e que a questão é estarmos preparado para as próximas mudanças que devem ocorrer. Compartilhamos com vocês um breve resumo do que aconteceu no "Day 1" da HSM Expo 2017.

No Brasil o movimento de Gestão de Projetos, no Setor Público, iniciou oficialmente em 1993, com criação do subprograma da Qualidade e Produtividade na Administração Pública, ampliação do então Programa Brasileira da Qualidade e Produtividade – PBQP. Contudo, a busca pela qualidade nos processos (rotinas) era mais forte que inciativas de ruptura. Somente em 2005 o programa passou por uma reestruturação assumindo a denominação de Programa Nacional de Gestão Pública e Desburocratização – GESPÚBLICA, contando com núcleos estaduais e várias unidades de suporte (GESPÚBLICA, 2009).

Várias outras iniciativas foram iniciadas por todo país, por governos estaduais e municipais, principalmente nos maiores e mais estruturados, entre elas a designação de um responsável pelos projetos, criação de departamentos, e até implantação de escritórios de projetos. Contudo, algumas dessas iniciativas se resumem a setores de registro das informações relacionadas aos projetos ou convênios com outros órgãos. São comumente adicionadas as atribuições desses setores a captação de recursos, que posteriormente podem ser convertidas em Convênios.

Em outros países, considerados de primeiro mundo, os Escritórios de Projetos evoluíram para unidades ligadas diretamente a estratégia da organização, como é o caso do Governo de Queensland, na Austrália, o seu Escritório Principal de Projetos (algo como uma Secretaria de Estado aqui do Brasil) tem um caráter estratégico e está subordinado diretamente ao Ministro de Estado (QUEENSLAND, 2014).

A falta de civilidade é crescente e sai caro para as empresas

Professor de sociologia na Universidade La Sapienza, em Roma, o italiano Domenico de Masi, 79 anos, ficou conhecido pelo conceito de “ócio criativo”, em que trabalho, aprendizado e prazer se combinam para gerar desenvolvimento econômico com justiça social. Seu mais recente livro, “Alfabeto da Sociedade Desorientada” (Objetiva), que chega ao Brasil esta semana, procura traduzir o que ele chama de “rota da aventura humana pós-industrial”: um caminho que a humanidade vem percorrendo sem uma referência sociológica que substitua as ideologias e crenças tradicionais que serviram como reguladoras das relações sociais. Nesta entrevista a ISTOÉ, ele afirma que a sociedade se tornou incapaz de distinguir “o que é belo e o que é feio, o que é verdadeiro e o que é falso, o que é bom e o que é ruim, o que é direita e o que é esquerda e até o que é vivo e o que é morto”. Diz ainda que a inteligência artificial poderá resolver problemas incompreendidos pelo ser humano e faz comparações entre a Itália da operação Mãos Limpas e o Brasil da Lava Jato.

Como sua vivência de uma brasileira que se sentiu mais livre na França, longe dos estereótipos ainda tidos para japoneses em seu país de origem, Cristina diz que ter consciência do contexto em que se está e de si mesma é crucial para superar obstáculos e aproveitar ao máximo a experiência da diversidade.

Quer deixar um subordinado feliz e mantê-lo no cargo? Simples: expresse confiança nele. É o que revela estudo da consultoria Pay­Scale, que ouviu quase 55 mil pessoas. E satisfação é uma das principais motivações para o bom desempenho e a lealdade: 72% dos entrevistados que se consideram confiantes em cumprir suas funções e tomar decisões por si só estão satisfeitos com o trabalho e não pensam em mudar de empresa.

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